terça-feira, 30 de agosto de 2011

WIKI.

UAB - Universidade Aberta do Brasil.

Disciplina: TCE1_2 - UAB3

Semana 2-Tarefa 3: WIKI.

Nome: Maria Antonia Garcia de Almeida, Nº de matrícula: 11/0043855

Professor: Christus Nóbrega

Tutora á distância: Rafaela Silva de Sousa

Tutora Presencial: Luciana Colin Talavera.

Itapetininga- SP- 2011

Olá pessoal!

Uma das primeiras impressões que podemos ter através dos textos é que a nossa sociedade está totalmente envolvida hoje, com as aberturas que o computador nos traz. Desde o mais longínquo lugar, seja na organização de uma fazenda; para conversas informais pela rede, em sites de bate papo; para conhecimento e esclarecimentos de dúvidas em algum setor de nossa vida diária e finalmente para estudar. Hoje, através das EaD, podemos usufruir deste privilégio, de nos formarmos na faculdade através do uso da internet, como também nas escolas da rede pública e privada, integrando-se de forma mais acentuada ao uso desta ferramenta nas escolas.

Bastante necessário aos futuros profissionais, nos dias de hoje, notamos que a universalização no uso da tecnologia tem alcançado diferentes níveis sociais e econômicos, embora com essa integração, indivíduos também a utilizem para diferentes objetivos, o que podemos ver no mau uso da tecnologia para roubos, pedofilias, entre outros.

Não podemos, no entanto, apenas enxergar o lado ruim da história, mas entender que em todo benefício, encontramos pontos negativos e que superá-los também, são meios de aprimorar nossa nova tecnologia.

A tecnologia abre muitas portas e mostra diversos caminhos. Através da educação atrelada à tecnologia podemos aumentar, em muito, a nossa capacidade cognitiva e criativa. Conhecer locais onde nunca poderíamos estar e pessoas a quem nunca vamos encontrar. Uma quantidade imensurável de textos pra se adquirir conhecimentos. Porém, é uma ferramenta tanto preciosa quanto é perniciosa. O uso dessa tecnologia deve ser direcionado, tanto pelos pais, dando limites e horários para seu uso, quanto pelos professores, dando orientações e mostrando o bom uso dessa ferramenta. Muitas são as formas de ensinar e se utilizar dessa tecnologia: através de vídeos, elaboração de jornais e livros digitais, blogs educativos, textos e sons, onde os alunos interagem, usam sua capacidade criativa e aprendem juntos. Muitos ainda não têm acesso direto ao mundo digital. Com a inclusão digital, não importando em que local se esteja, todos terão oportunidades iguais, aprendendo rapidamente a fazer parte da cibercultura, como mostra o vídeo “O Buraco no Muro”. Bem direcionada e assessorada a educação digital só trará benefícios sociais, pessoais e educativos.

Assim como a inclusão digital nos mostra um novo rumo a seguir em direção ao progresso, e nos faz refletir sobre o que realmente queremos de nosso futuro, computadores humanizados e uma sociedade ciborgizada. Talvez.

Não se pode controlar os avanços tecnológicos à medida que esses vão adentrando nossas vidas, tomando espaço de outras práticas, mas pode-se utilizar como contrapeso a disseminação de valores que, agregados à uma boa educação, norteando caminhos para o uso correto dessas tecnologias.

O professor no papel de mediador do conhecimento sente-se obrigado a apresentar seus alunos ao mundo digital e tudo o que ele oferece, supervisionando sua utilização sem que interfira na realidade e na vida dos mesmos.

Promover experiências como a do vídeo "Buraco no muro" significa além da própria inclusão digital, acreditar que o ser humano pode se adaptar facilmente às mudanças em sua vida e que a tecnologia se faz presente mesmo para aqueles que nem sequer tinham contato com um computador.

A cibercultura, apesar de nova, faz parte do nosso cotidiano, principalmente no ambiente escolar. Entretanto, é necessário gerar conhecimento quanto às ferramentas, funcionalidades e possibilidades que as novas mídias e ambiente virtual podem proporcionar aos alunos e professores. É necessário um processo de adaptação a esse novo mundo. Para esse processo acontecer adequadamente, é importante utilizar recursos multimídia em sala de aula, como facilitadores do processo de ensino-aprendizagem, de forma a estar cada vez mais à disposição dos alunos, para que possam, não só conhecer, mas também usufruir dos benefícios e facilidades que a "virtualidade" pode nos oferecer.

A Cibercultura surgiu com a modernidade e a tecnologia, onde o homem foi dominando, manipulando e aprendendo a lidar com esse novo mundo virtual.

Prova disso, é a interatividade da internet, celular e outros, os quais estão mais acessíveis ao cidadão, a cada dia que passa.

Dessa forma, foram e são criadas relações inusitadas entre as tecnologias de informação e de comunicação, e no que se refere a comunicação, o papel da tecnologia foi o de liberar o homem das limitações de espaço e tempo.

Afinal em qualquer lugar que esteja, basta um clique e se pode navegar, conhecer lugares, assuntos e pessoas que não poderiam ser vistas ou conhecidas por outras pessoas, se não estivessem disponíveis através dos computadores, celulares e outros mecanismos que nos levam à Cibercultura.

A Cibercultura, em sala de aula, deve ser investigada, procurando saber qual o potencial das ferramentas digitais, onde deve ser feito um planejamento anual a ser trabalhado, porém, os conteúdos devem ser avaliados e ver quais são mais bem abordados com a tecnologia, e ficar sempre atentos as novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje.

A Tecnologia a meu ver é uma ferramenta que contribui para o ensino e aprendizagem, ampliando os horizontes do saber; ou seja, uma ponte ligando o aluno ao conhecimento, sem contar que os jovens tem maior facilidade de assimilar novas tecnologias, e o professor por vezes, acaba se retraindo, achando que deveria saber tanto ou mais que o aluno. Nas salas de aula a linguagem tem uma forma, e, nas de bate-papo da internet, outra; mas, todas com o mesmo objetivo, trocar e ampliar conhecimentos, comunicar-se com outros grupos, povos e culturas.

Quanto ao professor, cabe a ele se transformar num pesquisador, não só estar em dia com a sua área de conhecimento, mas com as novas descobertas da sua disciplina. E principalmente pesquisar os novos processos de aprendizagem oferecidos pelo mundo virtual e a tecnologia ao aluno.

A meu ver, a tecnologia vai mudar muito o perfil do professor, mudando as próprias formas de pensar, ensinar e aprender, por exemplo: antes o professor era o único a possuir informações e hoje o aluno, com o uso da tecnologia, tem acesso a conteúdos que anteriormente pertenciam exclusivamente ao professor.

Quanto à inclusão digital, é de extrema necessidade a todos ter o seu acesso, nos dias de hoje. Mas, termos computadores no muro, como mostra o filme, seria a mesma coisa que jogar dinheiro pela janela, pois a educação do brasileiro tem muito a ser trabalhada, aqui, aquela máquina que traria o saber e a cultura, seria mais um objeto para ser vendido ou trocado por drogas.

É muito triste citar isso, mas infelizmente é a nossa realidade. Mas, pensando pelo lado da inclusão, seria um grande avanço, pois todos os jovens já sairiam da escola com uma bagagem invejável para seu futuro profissional. E, a capacidade do computador seria aproveitada normalmente, sem parecer um “bicho papão”, o que para muitos é o que a máquina representa.

A importância da inclusão digital nas escolas, disponibilizando o acesso à rede, é um grande avanço, os jovens são incentivados a essa pesquisa e assim melhoram sua capacidade de interação com a cibercultura.

O uso das novas tecnologias educacionais na sala de aula
está, hoje, num momento de profunda avaliação. Foi-se o tempo em que se
comprava tecnologia por tecnologia; a educação, algo fundamental para o
crescimento e o amadurecimento de um país, não pode ficar nas mãos do mercado.
Em todas as regiões do Brasil hoje, há educadores e pesquisadores tentando
mapear o quanto, de fato, o uso dessas soluções está ajudando o aluno a
aprender mais e melhor, com menos problemas de comportamento, menos evasão
escolar. Isso vale para a rede pública de ensino e para a rede privada, vale para universidades e cursos profissionalizantes e técnicos. Aprender é um
trabalho duro que pode ou não ser facilitado pelo uso dessas novas tecnologias. (http://professordigital.wordpress.com/)

Pelo que vimos, é de se notar o interesse de todos pela cibercultura. Ela nos traz a educação, e a comunicação com outras pessoas, não mais com cartas; mas sim com e-mails que são de uma rapidez incrível, utilizados em nosso trabalho, das mais diversas formas, como em bancos (pela intranet e internet), escritórios comerciais, ou não, delegacias, prefeituras, enfim em todas as profissões. Esta é uma ferramenta que avança dia a dia nas suas inovações. Programas novos são inventados num piscar de olhos, para ajudar em nossas atividades, é um meio que só evolui e nós como indivíduos atuantes como somos, tem que usá-los da melhor forma possível. Pelos vídeos de música pudemos ver o quanto esses novos programas incentivam aos artistas a aflorarem suas ideias em relação à arte. Para embelezar e instigar a mente humana, às vezes com músicas de estrofes mínimas que se tornam extremamente agradáveis de ver e ouvir, apenas pelos sons e imagens criados através do ciberespaço.

A cibercultura é algo atual em nossa sociedade, é muito evolução para a nossa realidade, por isso muito pessoas interpretam essa evolução de forma negativa, pois estão longe de saber os benefícios. Fala-se que com a chegada da internet, as pessoas leem menos, mas, isso é totalmente sem lógica, pois as pessoas precisam ler para interagir, afinal, o que vai definir a interação são a leitura e a digitação, pois é assim que conseguimos nos comunicar pela internet. Além disso, desse mundo de informações, a maior parte é gratuita, pois basta apenas um Click e temos um livro inteiro baixado em nosso computador. É certo que com essas informações, devemos ficar atentos à questão dos direitos autorais, para não cometer o crime do plágio. Deve-se ter responsabilidade virtual, pois, embora estejamos lidando com a inteligência artificial para alcançar longas distâncias e acessar tudo em qualquer parte, precisamos reconhecer que são pessoas que estão do outro lado do computador e por isso mesmo devemos ter responsabilidade com as nossas ações.

A cibercultura é um processo em que a sociedade foi inserida com o avanço tecnológico advindo da popularização da comunicação, através da rede mundial de computadores. Isso modificou a maneira de se relacionar, com as pessoas, com o conhecimento, com as notícias, etc. É um fenômeno relativamente novo e que precisa ser utilizado de maneira a produzir bons frutos, assegurando um bom uso dessa ferramenta e cuidando-se para evitar transtornos com o material adquirido na internet, e ou com pessoas mal intencionadas.
Na sala de aula, penso que pode ajudar muito desde, que haja uma seleção do conteúdo a ser apresentado, precisa ser planejado como um recurso, não algo a ser entregue "de bandeja" ao aluno, mas, que possa ser útil em suas reflexões para produção de conhecimento. A inclusão digital deve ser uma prioridade para os governos, pois possibilita o livre acesso das pessoas, das mais variadas classes à informação e conhecimento de modo que possam prepara-se para as exigências do mercado de trabalho e da sociedade de um modo geral.

Nos dias de hoje, quando a cada dia mais e mais descobertas são feitas em prol do desenvolvimento e crescimento intelectual do homem, nada mais justo que estender esse crescimento para todas as camadas da população mundial. O exemplo dado na Índia mostrou que a cibercultura pode e deve ser democratizada, pois todo ser humano tem condições de aprender da mesma forma e com os mesmos direitos. Cada professor em sala de aulas pode e deve ter esses conhecimentos, para não ficar devendo aos seus alunos e assim ficar com a sua consciência sem culpas.

domingo, 28 de agosto de 2011

Letra da música: O que é o Z?

O que é o Z?

Deu na TV:

Que XYZ, é a nova forma.

De representar pessoas

Antigamente o ser humano

Era XX para as meninas,

E XY para os meninos.

Agora, tem o Z,

O que vai ser?

O que heim?

O que heim?

O que heim?